Exclusivos ZOV
Dummador
04.09.2015
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Observa, analisa o mundo visto do prisma do seu, lê, fala, fala muito e depois escreve. Tem sempre muito para dizer, e muitos sorrisos para distribuir. As palavras fluem-lhe entre o cérebro e as cordas vocais a um ritmo acelerado - o que não cabe na conversa, cabe no papel. O que não cabe no papel, cabe na representação. E é por isso que escreve. E é por isso que representa outras personagens. E que compõe. Porque as palavras são música para os seus ouvidos.
Rui Octávio, ou Dummador, é a mistura perfeita entre a inocência bela de um sorriso e a agressividade crua da vida lá fora. Ator, músico, locutor, começou jovem a ver no rap e nos palcos da Barraca uma forma de intervenção superior a si, e foi atrás daquilo a que estava destinado. Hoje é a prova de que pelas palavras se chega aos atos.
Na adolescência, como tantos outros miúdos, não fazia muito mais do que jogar à bola, na escola e nas ruas de Almada, cidade onde nasceu. Mas era já notória a sua ânsia de viver. Ou melhor, a sua ânsia de se expressar, de falar mais alto. Fora das quatro linhas do campo ouvia música, muita e variada. Ouvia tudo, menos rap. Só aos 14 anos o rap lhe foi apresentado por um amigo de Setúbal, e só aí percebeu do que é que tinha andado à espera.
Já nessa altura escrever como forma de intervir se afigurava como uma coisa natural a fazer. A primeira letra que escreveu escreveu-a a meio de uma qualquer tarefa doméstica. As palavras saíam-lhe da mente como se estivessem presas. Mais tarde, quando gravou o seu primeiro single ("A solução é sorrir"), para a série Morangos com Açúcar, o processo foi semelhante: de improviso.
A letra ficou escrita num só dia, como se já estivesse lá, só à espera de ordem para sair.
Foi, de resto, na série juvenil Morangos com Açúcar que, em 2007" se tornou conhecido do grande público. Não só pelo papel que vestiu, na pele de Lucas, mas também por integrar parte da banda sonora da novela. Um dos temas, o tal que tinha saído de improviso, foi um dos grandes sucessos da altura.
A aventura no teatro, no entanto, já vem de trás, tendo começado na génese do Grupo de Teatro Oprimido - grupo de teatro de intervenção que procurava fazer uma crítica da sociedade e que chamava sempre o público a, lá está, intervir. Mais tarde, embora mais afastado dos palcos e dos estúdios de televisão, continuou sempre a fazer-se ouvir. Quer fosse na música, quer fosse em sessões de poesia vadia, ou até mesmo nas locuções que faz ora para Portugal ora para a Zov África, onde empresta a energia da sua voz incansável (para não dizer incalável) a grandes marcas como Unitel, Banco Atlântico, NetOne, Compal Angola, KFC, Speed, Kinda, Bic, Chana , Nokia, Inovia, Sagres Raddler, TDA, Movicel, Global Seguros, BFA,
Blue, BNI, entre outras.
Dummador pode já não ser o jovem energético que deu voz a Lucas na série juvenil da TVI, nem o jovem de 14 anos que guardava tudo o que escrevia em antigas caixas de ténis e que descobriu no rap a sua força de expressão, mas continua a ser seguramente o jovem de sorriso rasgado que encara todos os desafios de frente. Porque a solução é sempre sorrir. "Faça chuva ou faça sol, a solução é sorrir".
Rui Octávio, ou Dummador, é a mistura perfeita entre a inocência bela de um sorriso e a agressividade crua da vida lá fora. Ator, músico, locutor, começou jovem a ver no rap e nos palcos da Barraca uma forma de intervenção superior a si, e foi atrás daquilo a que estava destinado. Hoje é a prova de que pelas palavras se chega aos atos.
Na adolescência, como tantos outros miúdos, não fazia muito mais do que jogar à bola, na escola e nas ruas de Almada, cidade onde nasceu. Mas era já notória a sua ânsia de viver. Ou melhor, a sua ânsia de se expressar, de falar mais alto. Fora das quatro linhas do campo ouvia música, muita e variada. Ouvia tudo, menos rap. Só aos 14 anos o rap lhe foi apresentado por um amigo de Setúbal, e só aí percebeu do que é que tinha andado à espera.
Já nessa altura escrever como forma de intervir se afigurava como uma coisa natural a fazer. A primeira letra que escreveu escreveu-a a meio de uma qualquer tarefa doméstica. As palavras saíam-lhe da mente como se estivessem presas. Mais tarde, quando gravou o seu primeiro single ("A solução é sorrir"), para a série Morangos com Açúcar, o processo foi semelhante: de improviso.
A letra ficou escrita num só dia, como se já estivesse lá, só à espera de ordem para sair.
Foi, de resto, na série juvenil Morangos com Açúcar que, em 2007" se tornou conhecido do grande público. Não só pelo papel que vestiu, na pele de Lucas, mas também por integrar parte da banda sonora da novela. Um dos temas, o tal que tinha saído de improviso, foi um dos grandes sucessos da altura.
A aventura no teatro, no entanto, já vem de trás, tendo começado na génese do Grupo de Teatro Oprimido - grupo de teatro de intervenção que procurava fazer uma crítica da sociedade e que chamava sempre o público a, lá está, intervir. Mais tarde, embora mais afastado dos palcos e dos estúdios de televisão, continuou sempre a fazer-se ouvir. Quer fosse na música, quer fosse em sessões de poesia vadia, ou até mesmo nas locuções que faz ora para Portugal ora para a Zov África, onde empresta a energia da sua voz incansável (para não dizer incalável) a grandes marcas como Unitel, Banco Atlântico, NetOne, Compal Angola, KFC, Speed, Kinda, Bic, Chana , Nokia, Inovia, Sagres Raddler, TDA, Movicel, Global Seguros, BFA,
Blue, BNI, entre outras.
Dummador pode já não ser o jovem energético que deu voz a Lucas na série juvenil da TVI, nem o jovem de 14 anos que guardava tudo o que escrevia em antigas caixas de ténis e que descobriu no rap a sua força de expressão, mas continua a ser seguramente o jovem de sorriso rasgado que encara todos os desafios de frente. Porque a solução é sempre sorrir. "Faça chuva ou faça sol, a solução é sorrir".
