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Gany Ferreira
28.07.2016
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Energia, firmeza e vontade de fazer bem
as coisas.
Estas são as marcas de um início de carreira na representação à vista de todos…
Nos últimos anos, Gany Ferreira emergiu no panorama artístico como um dos melhores valores do mercado.
Mas porquê estes termos? Porque além de ator e locutor, também está a estudar economia e nunca é demais pensar que o crescimento se deve a fatores distintivos. Afinal, o que distingue Gany de outros atores de países lusófonos que, recentemente, conquistaram o público?
Começamos pelo humor. De riso fácil e carisma único, este angolano veste a pele de Kizua Kianda na telenovela “A Única Mulher” (TVI) e, todos os dias, transforma este assistente pessoal com altas ambições num elemento cómico imprescindível. Não faltam trapalhadas no caminho de Kizua, mas há uma ternura nas tentativas frustradas do personagem em salvar os ricos de si próprios.
Mas este interesse pela profissão de ator corre-lhe no sangue. O avô Jete Rita participou em novelas e, segundo recorda Gany, “as brincadeiras com os irmãos já antecipavam” essa escolha de carreira. Aos 12 anos, o jovem ator fez parte do elenco do teatro da escola. Antes disso, já o bichinho de viver outras vidas e outros mundos tinha aparecido.
“A paixão surge desde a minha infância quando imitava os filmes que via na televisão, desde a ação aos desenhos animados”, contou numa entrevista. Depois da primeira subida a palco, ainda estudante do secundário, ele soube: “Realmente […] era aquilo que pretendia fazer a vida toda!” 2012 foi decisivo nesse plano. Na primeira grande produção televisiva da Semba Comunicação, que estabeleceu uma ponte entre profissionais angolanos e portugueses que “A Única Mulher” replicou, Gany Ferreira fez parte do elenco de “Windeck”. Aqui, foi um jornalista e fotógrafo de uma revista cor-de-rosa. Esta etapa, embora curta, foi fundamental para a carreira do ator. Construiu e aprendeu on the spot muitas das bases a que hoje recorre.
Dois anos depois da primeira experiência no mundo da televisão, virou-se para o cinema. Gany fez parte de uma curta-metragem que alerta para os perigos da violência doméstica: “Isa”, de Patrícia Vidal Delgado. O elenco era de luxo. Além de Gany, o filme contou com Welket Bungué, Rita Cruz, José Carlos Cardoso e Sofia Furtado, que deu vida à protagonista.
Hoje, para lá dos horários frenéticos de gravações de uma telenovela diária, o ator angolano mantém-se muito ativo na divulgação dos diversos projetos. Acumula participações em programas televisivos e não há dia em que não publique uma mensagem ou uma fotografia de sorriso rasgado nas redes sociais.
Mas há mais sonhos na cabeça de Gany. Enquanto conquista um espaço próprio nas televisões, não esquece o mundo da música. Um dia gostaria de fazer algo neste campo. Por agora, já deu alguns workshops de semba, a quente dança angolana que continua a ganhar adeptos.
Se cantar ainda não é uma realidade, Gany já é reconhecido pelas cordas vocais. Ele foi a voz de várias campanhas publicitárias, como: Banco Atlantico, TDA, Belashopping, Movicel, Tutti, Pura, Kinda, Ford, Speed, Bacardi, KFC, Blackstar, e mais recentemente assina pelo canal televisivo angolano MUNDO FOX.
Dia-a-dia, em Portugal ou em Angola, Gany Ferreira continua a desenhar um currículo diversificado. Os trabalhos sucedem-se e os sonhos também. Não é por acaso que o ator cita um poeta idealista quando lhe perguntamos sobre o lema de vida: “um homem sonha, as obras nascem”.
Estas são as marcas de um início de carreira na representação à vista de todos…
Nos últimos anos, Gany Ferreira emergiu no panorama artístico como um dos melhores valores do mercado.
Mas porquê estes termos? Porque além de ator e locutor, também está a estudar economia e nunca é demais pensar que o crescimento se deve a fatores distintivos. Afinal, o que distingue Gany de outros atores de países lusófonos que, recentemente, conquistaram o público?
Começamos pelo humor. De riso fácil e carisma único, este angolano veste a pele de Kizua Kianda na telenovela “A Única Mulher” (TVI) e, todos os dias, transforma este assistente pessoal com altas ambições num elemento cómico imprescindível. Não faltam trapalhadas no caminho de Kizua, mas há uma ternura nas tentativas frustradas do personagem em salvar os ricos de si próprios.
Mas este interesse pela profissão de ator corre-lhe no sangue. O avô Jete Rita participou em novelas e, segundo recorda Gany, “as brincadeiras com os irmãos já antecipavam” essa escolha de carreira. Aos 12 anos, o jovem ator fez parte do elenco do teatro da escola. Antes disso, já o bichinho de viver outras vidas e outros mundos tinha aparecido.
“A paixão surge desde a minha infância quando imitava os filmes que via na televisão, desde a ação aos desenhos animados”, contou numa entrevista. Depois da primeira subida a palco, ainda estudante do secundário, ele soube: “Realmente […] era aquilo que pretendia fazer a vida toda!” 2012 foi decisivo nesse plano. Na primeira grande produção televisiva da Semba Comunicação, que estabeleceu uma ponte entre profissionais angolanos e portugueses que “A Única Mulher” replicou, Gany Ferreira fez parte do elenco de “Windeck”. Aqui, foi um jornalista e fotógrafo de uma revista cor-de-rosa. Esta etapa, embora curta, foi fundamental para a carreira do ator. Construiu e aprendeu on the spot muitas das bases a que hoje recorre.
Dois anos depois da primeira experiência no mundo da televisão, virou-se para o cinema. Gany fez parte de uma curta-metragem que alerta para os perigos da violência doméstica: “Isa”, de Patrícia Vidal Delgado. O elenco era de luxo. Além de Gany, o filme contou com Welket Bungué, Rita Cruz, José Carlos Cardoso e Sofia Furtado, que deu vida à protagonista.
Hoje, para lá dos horários frenéticos de gravações de uma telenovela diária, o ator angolano mantém-se muito ativo na divulgação dos diversos projetos. Acumula participações em programas televisivos e não há dia em que não publique uma mensagem ou uma fotografia de sorriso rasgado nas redes sociais.
Mas há mais sonhos na cabeça de Gany. Enquanto conquista um espaço próprio nas televisões, não esquece o mundo da música. Um dia gostaria de fazer algo neste campo. Por agora, já deu alguns workshops de semba, a quente dança angolana que continua a ganhar adeptos.
Se cantar ainda não é uma realidade, Gany já é reconhecido pelas cordas vocais. Ele foi a voz de várias campanhas publicitárias, como: Banco Atlantico, TDA, Belashopping, Movicel, Tutti, Pura, Kinda, Ford, Speed, Bacardi, KFC, Blackstar, e mais recentemente assina pelo canal televisivo angolano MUNDO FOX.
Dia-a-dia, em Portugal ou em Angola, Gany Ferreira continua a desenhar um currículo diversificado. Os trabalhos sucedem-se e os sonhos também. Não é por acaso que o ator cita um poeta idealista quando lhe perguntamos sobre o lema de vida: “um homem sonha, as obras nascem”.
